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O muito que não prejudica



Mais vale gastar-se do que oxidar-se.
bem-aventurado Alberto Hurtado1
Alexandre Martins, cm.

A cultura latina nos brinda com algumas frases que resumem certas verdades. Uma delas é: “quod abundat non docet”, isto é, “o que é demais não prejudica”.
Em certos momento da vida vemos que o excesso de trabalho, de preocupações, e até de alimentação podem fazer mal. É o excesso que nos leva a alguma enfermidade e lembramos de outro ditado que que diz que “menos é mais” e então desejamos ser como os antigos espartanos e ter uma vida frugal e austera.
Contudo, em outras coisas da vida o excesso não prejudica. E as Congregações Marianas são um exemplo disso.
Passa pela cabeça de alguns Congregados que não se pode participar de muitas atividades da Congregação Mariana. Alegam que talvez possam deixar de lado os compromissos com a família e trabalho e, pior, se tornarem “beatos” e “carolas”.
Bem, se a diretoria de uma Congregação Mariana for composta por Congregados que sejam cumpridores de seus deveres pessoais, dificilmente as atividades da sua Congregação Mariana atrapalharão a vida dos outros. Eles próprios saberão dosar a quantidade e a intensidade dos trabalhos marianos, É uma aplicação do que “o excesso não prejudica”.
Alguns, por motivos vários, desejam frequentar mais do que uma Congregação Mariana. Os motivos podem ser facilidades de horário para frequência dos atos oficiais ou mesmo fazer um apostolado junto a uma nova Congregação Mariana, dando-lhes o apoio inicial necessário. Isso é um aplicação do que “o excesso não prejudica”. Por, vezes, uma Congregação Mariana colegial está em seus passos iniciais e precisa do maior número de pessoas que possa lhe ajudar. Um Congregado mariano, de outra Congregação Mariana, se compromete a frequentar aquela Congregação até que possa caminhar sozinha. Nesse período, é um “Congregado de duas Congregações”. Novamente, “o excesso não prejudica”.
A Caridade é generosa. É uma virtude cardeal. E uma virtude que não mede seu esforço ou economiza em seus atos e ações. Esse “excesso que não prejudica” é um natural fruto da Caridade e tem todas as suas características:
O móvel íntimo que leva a alma para a ação é apenas o transbordamento da Caridade. - S. Tomás de Aquino2
O Apóstolo é um cálice transbordante da vida de Jesus Cristo, cujo excedente se espalha sobre as almas. - pe. Mateo Crawley (o apóstolo da Entronização do S. Coração de Jesus nas Famílias)3
O Homem é utilizado por Deus para salvar o próprio Homem. - D. Estêvão Bettencourt, OSB4
Uma das consequências de desenvolver uma espiritualizdade positiva é o querer compartilhá-la com outros, levar uma mensagem de esperança, uma vida nova e novas possibilidades aos outros. - pe. Gerard H. Chylk, CSSR5
[diz Deus Pai] Quem não Me ama, também não ama os Homens: por isso não os socorre. - S. Catarina de Sena6
Aquilo que principalmente atrai a benevolência do Alto é a solicitude para com o próximo – s. João Crisóstomo7

Peçamos à Virgem Maria, sempre caridosa, que dê a nossos corações o gosto por esses exageros da Caridade, essas exageros que beneficiam a todos.


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1- Assistente eclesiástico da Congregação Mariana de Munique, Alemanha, na década de 1940.
2- citado por J.B.Chautard, in “A Alma de todo Apostolado”, pág. 50
3- ibid, pág. 52
4- Homilia em 13/12/1998. Mosteiro S. Bento do Rio de Janeiro, RJ.
5- in “12 Passos para aprofundar sua Fé”, Ed. Santuário, Aparecida (SP), 1994. Pág23.
6- in “O Diálogo”, ed. Paulinas, São Paulo (SP). Pág. 36.
7- Homilia 88 sobre o Evangelho de João.

A República Mariana


Alexandre Martins, cm.

A Sociedade humana se organiza em grupos. De acordo com a história da humanidade, esses grupos se organizam de formas características.
As irmandades católicas, e também as confrarias, se organizam de uma forma familiar, como o próprio nome diz. Ou seja, são irmãos que se consideram parte de uma mesma família. Daí o nome “irmandade” (reunião de irmãos) e “confraria” (do latim, “frater”, irmão, também é reunião de irmãos) serem nomeados esses agrupamentos.

O usado na Idade Média

Como as irmandades e confrarias foram concebidas na Idade Média, como a primeira confraria mariana que se tem notícia, a fundada pelo início do século XI, em Ravena, Itália, pelo Beato Pedro de Honestis (1049-1119), a sua organização era concebida como as guildas medievais.
Uma irmandade tem um chefe denominado Provedor que, como significa o nome, é o que provê as necessidades do grupo, como um pai na sua família, imitando outra instituição quase medieval: os mosteiros e seus abades.
Nas irmandades e confrarias a mesa diretora é composta em geral pelos mais antigos que se revezam de acordo com o tamanho e necessidade da confraria. Símbolos são usados amplamente para distinguir o grau e a importância do Provedor e os membros da mesa de direção, mesmo para os que não são membros da irmandade.

A Idade Moderna

Com o advento das Congregações Marianas surge uma organização diferente.
As Congregações Marianas, embora taxadas de “medievais” até por alguns jesuítas modernos, curiosamente surgiram na própria Idade Moderna, no século XVI. A Idade Média havia terminado há várias décadas atrás. Mesmo o famoso Concílio de Trento, renovador de per si na história da Igreja, havia sido realizado poucos anos antes da fundação da primeira Congregação Mariana.
Como uma instituição moderna, portanto, as Congregações Marianas adotaram uma organização também moderna.
O governo das Congregações Marianas é entregue aos leigos, com a supervisão de um sacerdote. As irmandades e confrarias também o eram, mas com as Congregações Marianas a forma era algo de “republicano” em comparação com as irmandades que eram, por sua vez, mais “monarquistas” e “feudais”.

Leigos como diretores

Um exemplo claro do citado acima é o título que o dirigente leigo possui nas Congregações Marianas: o de Prefeito, ou Presidente, títulos empregados na Europa e Brasil, respectivamente. Esse título exemplifica bem o caráter comunitário da gestão administrativa das Congregações Marianas. O diretor é alguém eleito por seus pares e pode ser tanto um antigo Congregado quanto um mais novo. Além disso, os demais diretores também são escolhidos do mesmo jeito. Se compreende então que é a comunidade de Congregados que são representados em um pequeno grupo que organizará a vida da Congregação Mariana por um determinado período e que por sua vez será substituída por outros em nova eleição interna.
O sacerdote possui neste cenário uma posição e atuação bem particular. Embora as Regras Comuns de 1910 tenham dado poderes maiores aos sacerdotes, que possuíam o título de Diretor Espiritual, na realidade essa autoridade era exercida mais num sentido de amorosa orientação do que rígida disciplina.
Mesmo o famoso pe. Coster, jesuíta que tanto utilizou das Congregações Marianas para o trabalho de evangelização e apostolado nas cidades europeias do século XVII, dava apenas as orientações gerais par suas associações e para seus Congregados, deixando-os livres para a ação.
Infelizmente, no início do século XX, no Brasil, as Congregações Marianas eram tratadas de forma mais rígida pelos sacerdotes, colocando os dirigentes numa situação de praticamente dependência deles, sem muita iniciativa particular. Com a mudança das Regras em 1967, e o consequente retorno à posição mais colaborativa do sacerdote, os dirigentes ficariam como que desamparados na orientação de seus trabalhos administrativos e a consequência foi uma grande queda no ímpeto apostólico das Congregações Marianas no Brasil.
Mas as novas Regras que dirigem as Congregações Marianas no Brasil, se por um lado não modificaram a posição colaborativa do sacerdote na organização da associação, por outro lado não impedem que se possa retornar à tradição das clássicas Congregações Marianas.

A Regra brasileira de 1994

A Regra de Vida de 1994 nada se refere a não poder ser aceito na Diretoria alguém ainda no Aspirantado, quando não há número de Congregados marianos para isso, como se verifica nas Congregações Marianas que são recentemente fundadas. O antigo costume de haver a Consagração Perpétua aos primeiros fundadores de uma Congregação Mariana caiu em desuso na década de 1970 no Brasil.
A primeira diretoria é escolhida praticamente em um consenso pois em geral o número inicial é pequeno. A Regra de 1994 até mesmo a chama de “diretoria provisória” Daí a possibilidade de haver aspirantes entre os diretores.
A diretoria clássica era composta por um número considerável de pessoas. Sua divisão era de “oficiais maiores” e “oficiais menores”. O temo “oficial” dá-se porque a pessoa possui um “ofício” um função, e não, como se pode pensar de primeiro, alguma honraria ou prêmio.
Na tradição das Congregações Marianas, os oficiais maiores são o Presidente, o Vice-presidente, o Secretário e o Tesoureiro. O assistente eclesiástico é uma função que, embora compunha o elenco dos oficiais maiores, não é algo especial, pois não é eleito, mas nomeado. Em paróquias, é uma função naturalmente exercida pelo pároco.
Os oficiais menores são os demais cargos que venham a existir, como o de Porta-bandeira.
A escolha da Diretoria, em especial os oficiais maiores se dá por eleição simples entre os Congregados marianos. É um costume abster o Aspirantado de votar.
A duração do mandato se dá por um ou dois anos, E sempre foi feita uma cerimônia especial de posse de diretoria, com um pequeno juramento proferido pelos diretores perante o altar e o padre assistente, aonde se sublinha o caráter serviçal da função de diretor.

O protagonismo moderno das Congregações Marianas

As Congregações Marianas, fundadas na Idade Moderna, sempre estiveram à frente do seu tempo. Seu protagonismo se deu também através de uma gestão participativa de escolha livre entre os membros. Algo comparável a uma pequena república, ou mesmo uma pequena cidade onde seus habitantes escolhem seu prefeito.
Os diretores são os eleitos para organizar e guiar essa pequena república, uma república que não segue as leis humanas mas as leis do Evangelho. Uma república que tem como pátria a pátria celeste. Uma república que usa as cores da Mãe de Deus. Uma república da Virgem Maria.



Templos caem...






Alexandre Martins, cm.

“Roma não são os prédios, as pedras;
Roma são os romanos”.
s. Agostinho de Hipona



É humanamente compreensível que apoiemos nossas iniciativas somente em nossos esforços pessoais e físicos. Afinal, é devido ao nosso esforço de acordarmos cedo que estamos na sala de aula. Foi devido ao nosso estudo que passamos no Vestibular. Foi devido à nossa decisão que ingressamos na Congregação Mariana.

Contudo, esquecemos - por orgulho, soberba ou simples idiotice - que “não cai um cabelo de nossa cabeça sem que Deus saiba”[1]. Que somente Deus pode fazer o que quer quando quer[2], e que nós, pobres pecadores, estamos à mercê de várias intempéries de nossa vida.[3]

Muitos de nós quando estudávamos História das Civilizações, e até hoje mesmo, os que ainda a estudam, acham que a Igreja não sucumbiu perante tantos ataques por dentro e por fora somente devido à “proteção estatal” dos reis ou a algum “ardil jesuíta”. É simplório demais pensar assim. Chega às raias da senilidade...

Esquecemos da promessa do Messias que “as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela”[4]. Esquecemos que nossas atitudes, se não firmadas em Deus, sucumbem[5]. Os templos caem...os cristãos não. Quem pode achar ainda intactas as igrejas de Cesaréia de Filipe, de Antioquia da Síria, de Alexandria do Egito? Há remanescentes do convertido eunuco da rainha de Candace?[6] A Etiópia é cristã?

Estes e outros foram consumidos por perseguições ou simplesmente deixaram de existir. A Igreja continua. Hoje, um país que não existia na época dos apóstolos possui o segundo maior Clero do mundo. Por quê ? Designios insondáveis de Deus... Mas o que Ele quer sempre nos dizer é que só se mantém o que Ele quer que se mantenha. Que só não sucumbe aquele que se apóia n’Ele[7].

As Congregações Marianas, então, não se apoiaram em Deus e sucumbiram? Ou melhor, não possuem mais aquela pujança anterior por confiarem demais em si? Olhemos para a História e veremos que maiores perseguições sofremos do que as que temos hoje. Mais perdidos ficamos do que estamos hoje. Mas tudo se resolveu - e se resolverá - se confiarmos na Providência de Deus, na retidão de nossos atos em Deus. Sofremos dificuldades, mesmo nós na Universidade, mas tudo concorre para o bem e são os sofrimentos, as dificuldades que nos fazem melhorar, nos fazem sair de nós mesmos e ir ao encontro de Deus.

O amor misericordioso refulge nos meus servidores na hora das perseguições contra eles movidas pelos seguidores do mundo. Tais perseguições são oportunidades para que demonstrem amor e paciência. (...) Nesta vida, os maus fazem crescer a virtude dos bons.[8] Para que possamos aproveitar das dificuldades - sempre as teremos e louvado seja Deus por elas - precisamos sempre, sempre retificar nossas intenções. Sejamos autênticos ! Autênticos congregados da Virgem Maria ! Ela, bondosa Mãe, nunca desampara aqueles que a ela recorrem !

Apliquemos isto a nossas dificuldades particulares, com nossa família, com nossa profissão, com nosso trabalho de apostolado na Universidade, com a manutenção de nossa Congregação...

É com gosto que encabeço uma única palavra estas páginas brancas que cada manhã começaremos a rabiscar: Serviram!, servirei, que é um desejo e uma esperança. Desejo, porque sinceramente quero dar este sentido à página inteira. Quero efetivamente servir a Deus, escrevendo direito e escrevendo aquilo que Ele quer. Esperança, porque confio, com a graça de Deus, fazer tudo aquilo que desejo.[9]

Se formos autênticos congregados, conseguiremos passar este amor marial a outros e outros, mantendo o ideal da Congregação. E, se não existir oficialmente uma Congregação, este ideal a fará reviver. Mas, se este ideal não existir, mesmo que tivéssemos uma sede própria, esta estaria vazia e às moscas. Um edifício sem manutenção cai. Um edifício com pessoas vivendo nele sempre está limpo e ao invés de cair, amplia-se.

“Nos cum prole pia, Benedicat Virgo Maria !”





(Publicado originalmente no Boletim “Salve, Rainha” da Congregação Mariana da UFRJ em outubro de 1997)




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1 - Mt 10,30
2 - Gn 1, 3; Mt 8, 2; 25, 26
3 - Ecl 1, 3; 2, 18-24
4 - Mt 16, 18
5 - Mt 7, 24
6 - At 8, 27
7 - Is 50, 10; Sl 39, 5
8 - Deus -Pai a S. Catarina de Sena , “O Diálogo”, ed. Paulinas, SP - pág. 168
9 - Salvatore Camals “ Reflexões Espirituais “, ed. Quadrante, SP, pág. 107

Transferidos



Alexandre Martins, cm.

As Congregações Marianas são associações peculiares na Igreja Católica. A organização que possuem atraem tanto elogios quanto críticas. Os que veem na organização um reflexo das coisas de Deus as elogiam e, por outro lado, aqueles que querem um Cristianismo morno as criticam.

Quando uma pessoa ingressa nas Congregações Marianas faz profissão de sua Consagração Perpétua à Virgem Maria. Não se trata mais de um simples membro, de um participante de reuniões ou atividades, mas uma pessoa especial, um genuíno Filho de Maria. Um diploma é dado na ocasião para marcar mais claramente o ato.

A vida muda

Mas os revezes da vida nem sempre nos deixam em um mesmo lugar ou nem sempre em uma mesma situação. Mudanças de emprego, de horários, contrair casamento e até mudança de residência podem fazer com que aquela Congregação Mariana que confortavelmente era assistida agora seja quase impossível de ser visitada.

Como fazer? Pedir uma “licença por tempo indeterminado”? Em primeiro lugar, isso não existe. O verdadeiro Congregado mariano não deixa a frequencia a sua Congregação a não ser por graves motivos. E bem graves. A solução em muitas ocasiões é uma transferência para outra Congregação Mariana que possa ser frequentada melhor.

O processo de Transferência de Congregação

O processo de transferencia de Congregados marianos entre Congregações é relativamente simples e é muito importante tanto para o bem do próprio Congregado quanto para o bem das Congregações Marianas como um todo. Quando alguém é admitido na Congregação Mariana já existe um fichário pessoal, com todas as informações particulares de cada um. Na Consagração, seu nome é inscrito no Livro de Consagrações e é expedido um Diploma de Congregado, dado a ele na cerimônia, parte do ritual.

A Regra das Congregações Marianas indica que, para transferência de um Congregado, cabe à Congregação Mariana de origem redigir uma Carta especial (Carta de Transferência) dirigida especialmente à Congregação Mariana que foi escolhida pelo Congregado onde se relata breve história do mesmo, citando como foi sua participação na associação. A carta é assinada pelo Secretário, pelo Presidente e pelo Assistente-Eclesiástico da Congregação de origem. De posse desse documento, o Congregado mariano pode pedir ingresso naquela nova Congregação Mariana que está em melhor acesso.

Evitando o joio

Um pormenor que é muito importante - que nem sempre é percebido – é que esta pequena “burocracia” impede que pessoas perversas possam participar das Congregações Marianas alegando serem Congregados.

Infelizmente em algumas Congregações os seus diretores, preocupados com o declínio do número de membros, aceitam praticamente todos os que desejam participar, sem usar de quase nenhum critério. Há casos até de pessoas famosas na localidade as quais é praticamente “presenteada” a fita azul! Isso vai frontalmente de encontro à admoestação do Papa Pio XII à Congregações Marianas em relação à admissão de novos mmebros: “Seleção, seleção, seleção”.

Um triste exemplo desse descuido na seleção dos Congregados marianos e de seu registro de origem ocorreu na Assembléia Nacional das Congregações Marianas no ano de 2006 em Aparecida (SP). Uma deputada federal apareceu de fita azul na ocasião, sorridente e recebendo a admiração de todos. Os presentes ficaram felizes por ver um alto parlamentar da República membro das Congregações Marianas. Ocorre que não muito tempo depois a mesma parlamentar era flagrada no plenário da Câmara federaç comemorando a absolvição de um parlamentar corrupto. A “dança da corrupção”, como foi chamada pela mídia de todo o país, foi exibida em todas as emissoras de TV.

De que CM era essa parlamentar? Ninguém até hoje sabe. Parece que, ou foi “presenteada” com a fita azul ou a comprou na esquina.

Não nos enganemos: os inimigos da Igreja farão de tudo para atacá-la e destruí-la. E, se não tomarmos o devido cuidado, até mesmo usarão uma fita azul se passando por Congregados.

E se alguém ainda não é Congregado mariano, mas aspirante ou candidato?

A Regra não contempla esses caso, mas a tradição das Congregações Marianas cita que é um assunto de competência do sacerdote da Conrgegação Mariana aonde a pessoa deseja participar. Cabe ao padre assistente decidir se ele continuar a formação iniciada ou inicia nova formação desde o princípio. É comum que os sacerdotes e as diretorias de ambas as Congregações Marianas entrem em contato para trocar informações sobre a pessoa.

Essas simples atitudes que foram elencadas acima ajudam as Congregações Marianas a se fortalecerem para o bem da Igreja. E também para que cada Congregado mariano tenha a característica formação permanente de acordo com seu estado de vida até o fim de seus dias.


Mãe Imaculada, protegei-nos!