Engodos sobre o Celibato Clerical

Alexandre Martins, cm.


É frequente, infelizmente, os “estudos sérios de História” (sic) que são postados em páginas na Rede. Muitos pseudo-historiadores e mesmo historiadores – de boa ou má fé – publicam um sem-número de “pesquisas” sobre assuntos variados e, pior, são lidos por estudantes ou curiosos que não verificam o embasamento daquilo que é escrito pois acreditam naquilo o que “disse o professor”. E há ainda o caso de que alguns acreditam mais porque dão apoio a seu pensamento pessoal do que ser verdade. Outros são historiadores que incorrem no que se chama
Cumpre uma leitura correta do chamado “fato histórico”, incluindo sua mentalidade de época, situação, enredo, etc. Se bem que a classificação de algo como Fato Histórico se deve a ver naquele acontecimento algo que explica o Mundo em questão. Mas analisar um fato de época com o pensamento contemporâneo é o mesmo que julgar a Expansão Marítma européia do século XV pela ótica do Greenpeace. Por exemplo, os que elogiaram a tomada do poder pelos militares brasileiros na década de 1960 são os mesmos que agora discursam contra a sua Ditadura a uma platéia que nem havia nascido e vivido a época. Os ouvintes atuais não conseguem entender que talvez, à época. poderia ser a única atitude a ser tomada contra um Estado fraco perante uma Sociedade conturbada. É nisto que reside o estudo histórico adequado: em avaliar o momento e não deixar se influenciar pelo pensamento e necessidades atuais.
A Igreja não avalia o momento pelo momento, mas dá resposta para ele de acordo com o Evangelho e a Tradição dos Apóstolos e seus sucessores. A História dos Concílios da Igreja é um bom exemplo de como através dos séculos, sociedades e pensamentos mutáveis e mundanos o Cristianismo soube manter firme a mensagem do Salvador para as gerações de homens de milênios depois.
Li uma postagem que serviu para uma rápida digressão e correção sobre o assunto Celibato num sítio que é justamente “Saiba História”. Segue o texto original:



Nesses tempos em que muito se discute o celibato entre os padres. Leiam alguns trechos do artigo do escritor Tomás Eloy Martinez, publicado no jornal La Nacion de 09/05/2009 e deixem aqui os seus comentários.
    1. A maioria dos católicos ignora que aos sacerdotes e bispos não era proibido o matrimônio durante os primeiros dez séculos da vida cristã. Além de São Pedro, outros seis papas viveram em matrimônio. Até o Concilio de Elvira, que o proibiu no ano 306, um sacerdote podia inclusive dormir com sua esposa na noite anterior a celebrar a missa. Isso começou a mudar dezenove anos mais tarde, quando o Concilio de Nicea estabeleceu que, uma vez ordenados, os sacerdotes não podiam mais casar-se.
    2. Em 1073, Gregorio VII impôs o celibato. Definiu-se que o matrimônio dos sacerdotes era herético, porque os distraía do serviço ao Senhor e contrariava o exemplo de Cristo. Dezenas de historiadores supõem que a decisão de impor o celibato foi também um meio para evitar que os bens dos bispos e sacerdotes casados fossem herdados por seus filhos e viúvas em vez de beneficiar à Igreja. E
      m 1123 o Concilio de Letrán decretou a invalidade do matrimônio dos clérigos e, dezesseis anos mais tarde, o segundo Concilio de Letrán confirmou.
    3. Quando o Concilio de Trento fixou a excelência do celibato sobre o matrimônio, fez doutrina das palavras com que São Gregorio Magno havia condenado o desejo sexual durante seu papado, no século VI. Só a Igreja Oriental adjunta a Roma, admite sacerdotes casados, mas deve haver contraído matrimônio antes da ordenação e nunca chegarão a bispos.

postado por Prof. Adinalzir às 21:03 em 16/05/2009 em http://saibahistoria.blogspot.com/2009/05/o-celibato-na-igreja-catolica-comecou.html. Acesso em 9/7/2011


Adinalzir Pereira Lamego é professor da rede estadual do Rio de Janeiro, desde 1994, com licenciatura em História pela FEUC e pós-graduação em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense, sócio e pesquisador do NOPH - Núcleo de Orientação e Pesquisa Histórica de Santa Cruz, com alguns artigos publicados em revistas e jornais especializados.

Conforme pedido pelo próprio professor, postei meu comentário que é o que segue:



Caro Professor, infelizmente só li seu artigo tempos depois e é necessária alguma correção:

1 - Tomás Eloy Martinez era um escritor de ficção. Ele não era historiador, mas jornalista.

2 - O Concílio de Elvira, Espanha, foi uma reunião de Bispos locais e não tinha caráter mundial. No seu Cãnon 33 instava que os Bispos deveriam ser continentes (abstinentes sexuais) com suas esposas e não celibatários, como se poderia apreender do texto. 
No Concílio da África em 390 também se afirmava que “a castidade dos sacerdotes e levitas deve ser protegida”. As leis de Nicéia (atual Turquia) foram para minimizar o contato com as práticas pagãs e preservar a ortodoxia do Evangelho e não uma “castração de seres humanos” o que, num dos cânones, o primeiro, diz “Cânon I - Eunucos podem ser recebidos entre os clérigos, mas não serão aceitos aqueles que se castram.”
Lembremos que os Concílios são reuniões de clérigos de várias partes do Mundo e que os assuntos são debatidos democraticamente, com argumentos e contra-argumentos para chegar a um consenso da maioria. O que o Papa faz é somente assinar embaixo;

3 – como se viu acima, não foi Gregório VII (1073-1085) quem impôs o celibato, como se fosse um agente nazista, mas apenas lutou por ele. Gregório (Hildebrando) VII não era sacerdote ainda, mas monge beneditino. Foi eleito Papa pelo Povo e não pelos Cardeais. 
Foi no Concílio de Calcedónia (451) que se proibiu o casamento de monges e virgens consagradas (XVI cânon), impondo por isso o celibato ao Clero regular. 
No Brasil não se pronuncia “Letrán” mas “Latrão”. É o nome do Palácio de Latrão, construído por Marco Aurélio em 161. Os objetivos do concílio eram diversos, mas principalmente acabar com a prática de conferir benefícios para pessoas leigas, eliminar a influência secular nas eleições de bispos e abades, separar claramente os assuntos espirituais dos temporais, restabelecer o princípio de que a autoridade sobre os assuntos espirituais reside unicamente na Igreja e, finalmente, abolir completamente a influência dos imperadores nas eleições papais. 
No 2º Concílio de Latrão (Cânones 6, 7 e 11) repetiram a condenação do 1º de Latrão sobre o casamento e o concubinato entre padres, diáconos, subdiáconos, monges e freiras. Ou seja, deram moralidade ao Clero.

4 – Não se conhece nenhum escrito de s. Gregório Magno condenando o desejo sexual. Talvez o jornalista se refira que foi ele, Gregório, quem relacionou os Pecados Capitais como lemos hoje. Mas o “pecar contra a Castidade” (a Luxúria) não provém dele, mas dos Mandamentos da Lei de Deus. 
A citada “Igreja Oriental” é a mesma que se autodenomina “Ortodoxa”? Se for, não é “adjunta” a Roma, pois não aceita o Papado. 
O Concílio de Trulano (692) definiu as regras que até hoje a governam neste assunto, mas foram retirados do citado Concílio da África, de 419.
"As palavras concernentes ao celibato por amor do Reino dos Céus estão relacionadas com a explicação que Cristo deu aos Apóstolos: 'Nem todos entendem esta linguagem, mas, sim, aqueles a quem isto foi concedido' (Mt 19, 12). Neste contexto do Evangelho o celibato é dom para a pessoa e nesta, e graças a esta, é dom para a Igreja.” - João Paulo II

um abraço.
Alexandre Martins.


Subindo e subindo


Alexandre Martins, cm.

        
A Congregação Mariana pode ser comparada a um alpinista que se aventura em uma nova montanha, desconhecida para ele.
Se estiver em caminho que acredite ser fácil ou que já conheça, pode seguramente subir sozinho.
Contudo, se estiver em caminho que for mais audacioso, necessariamente terá de contar com a colaboração de outros. Subir uma montanha participando de um pequeno grupo é o que as regras de montanismo recomendam. 
 

Nas obras de apostolado, e mesmo em atividades de ascese, é recomendável a colaboração mútua. Não há crescimento sem auxílio.
Vemos com tristeza muitos – congregados ou não – terem iniciativas, de priori boas, mas que necessariamente devem contar com a ajuda e participação de outros. É uma das leis da vida.
Entretanto, talvez por imaturidade ou vaidade, querem fazer tudo sozinhos. Como o montanista que se aventura por uma nova escarpa e somente conta consigo e com a própria sorte. Se conseguir muito bem, se não, ninguém o saberá, pois terá caído no abismo e talvez levarão muito tempo até encontrar seu corpo inerte no meio das pedras... Aconteceu1 com s. João Crisóstomo. Jovem, entusiasmado pela vida dos monges da época que eram eremitas no deserto, saiu da cidade para ficar no deserto, procurando na solidão a conversa mais pura com Deus. Devido a vários problemas, ficou um certo tempo imobilizado nas pernas e assim teria ficado até a morte se outro eremita não o tivesse visto e ajudado. Entendeu então que a vida em comunidade, mesmo para os monges, tinha o seu valor.
Deus não deseja uma solidão total. O cristianismo é uma religião de companhia. O próprio termo “igreja” – do grego ecclésia = comunidade – demonstra muito bem este auxílio mútuo, tanto em ajuda prática quanto em orações. O que rezamos no Credo – e prometemos, afinal, dizemos “eu creio” – é “Creio...na comunhão dos santos”.
Esta comunhão, em nível primeiramente espiritual, unido às três Igrejas - a militante, a padecente e a triunfante - faz com que nossas orações e boas obras sirvam para amenizar as penas de nossos irmãos no Purgatório, a Igreja Padecente. Serve também para que os santos – também nossos irmãos – intercedam por nós perante a Trindade Beatíssima, a Igreja Triunfante. Serve para que nos unamos aqui, nesta Terra, em orações e súplicas, pedindo a Deus uns pelos outros, a Igreja Militante.
Se nossa Fé nos ensina que existe esta reciprocidade de intenções, orações, pedidos, como podemos achar que teremos algum sucesso em nossas iniciativas sem a ajuda de outros ?
A própria Congregação Mariana nos mostra isso. Temos uma diretoria formada por pares. Diretoria essa que se renova periodicamente, como forma de demonstrar que não somos mais do que outros, somos todos consagrados – separados, escolhidos para – a Mãe de Deus. O “grande Presidente” na verdade é apenas o responsável por um período na vida daquela Congregação que, no caso de muitas, tem mais de um século de existência,graças a Deus.
Assemelha-se àquele atleta que passa o bastão para outro em uma corrida. E é assim que um Presidente de Congregação Mariana deve ver-se: como alguém necessário para a associação naquele momento da sua história. Como na corrida de bastões, existe um atleta para cada momento da prova – um perito em arrancada, um velocista, outro bom em curvas, etc – cabe a cada congregado analisar intimamente e verificar se, naquele momento da vida da sua Congregação, não será justamente ele que poderá melhorar a situação. E, conforme o espírito de comunidade – ou equipe – se não for ele o “cabeça”, com certeza será um dos membros que agirão.
Conforme o sentido marcial que é uma das características das Congregações Marianas, não se pode admitir o “passar por cima”, a iniciativa particular irresponsável, isto é, a iniciativa sem comunicação à cadeia de comando. Deve o congregado partilhar suas intenções, angústias junto à Congregação. Deve procurar convencer aos demais sobre tal ou tal situação que, a seu ver é alarmante e perigosa. Isso tem uma dupla função: fazer que nós vejamos com outros olhos algo que talvez seja apenas uma pequena preocupação nossa, algo de menor importância. Demonstrando a outros nossas preocupações estamos sujeitos a análise imparcial de outrem. Ele talvez veja aquilo que não vemos. Por outro lado, podemos ser o vigia que avisa aos demais soldados de um perigo iminente. Como no exército, sempre há postos separados para proteger a fortaleza. Todos são responsáveis uns pelos outros.
Contudo, há superiores que não fazem caso de tal ou tal alarme. Culpamos a eles pelo mau andamento de nossa associação. Mas também temos de ver em tudo a Providência de Deus. A Congregação é de Maria, não nossa. Cabe a Ela gerir sua agremiação. Somos colaboradores.
O próprio Santo Padre nos indica como devemos olhar nossas obras na Congregação Mariana:
uma Igreja que busca sobretudo ser atrativa já estaria em um caminho equivocado. Porque a Igreja não trabalha para si, não trabalha para aumentar os próprios números, o próprio poder. A Igreja está ao serviço de Outro, não está a serviço de si própria, não está para ser um corpo forte, mas para tornar acessível o anúncio de Jesus Cristo, as grandes verdades, as grandes forças de amor e de reconciliação, que apareceram nesta figura e que vêm sempre da presença de Jesus Cristo. A Igreja não busca ser atrativa, mas deve ser transparente para que Jesus Cristo apareça."2

Pode ser isto uma forma transcendente de ver a vida. Mas não é justamente para isso que somos congregados ?
Senão vejamos: percebe-se que muitos que agem humanamente nas Congregações não passam muito tempo nelas. Assemelham-se à videira3 que não dá frutos. O Divino Dono da Messe dá tempo para que a planta frutifique. E este tempo é restrito. Passado este tempo, e sem fruto, há o corte. Pior. As Congregações Marianas são “celeiros de vocações”. Há as que não “dão fruto”, seja em vocações, trabalhos ou piedade. Em pouco tempo, ela se acaba. Como a figueira4 estéril. Já vimos isso, não ?
Portanto, ajamos de uma forma coletiva. Com iniciativa pessoal, mas de ação coletiva. Teremos mais sucesso em todas as nossas empreitadas. Trabalharemos menos – quem desejaria construir uma laje sozinho? - e teremos também uma visão mais ampla de tal assunto, pois “duas cabeças pensam melhor do que uma”, como diz o ditado. Não seremos acossados por uma vaidade tola, que diz que “vi, vi e venci”5 mas “colaborei nesta obra”, sou “outro tijolo na parede”... Convenhamos, uma parede furada, sem um tijolo, é deprimente...  
Que a Virgem Senhora, participante da Redenção, nos ensine a agir como Ela mesma6 em Caná. Com iniciativa pessoal, soube agir para que Aquele que deveria agir assim o fizesse. Graças a Ela que temos o primeiro milagre do Redentor. Ambos foram glorificados. Ela, por agir de forma correta. Ele por manifestar, ainda que prematuramente, sua Presença.
Ò Virgem Prudentíssima, ensinai-nos !



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1- João Crisóstomo, ed. Quadrante
2- SS. Bento XVI, entrevista no vôo da Viagem Apostólica a Edimburgo, Grã-Bretanha, 16 de setembro de 2010
3- Lc 13,6-9
4- Mt 21, 18-19
5- vini, vidi, vinci – palavras atribuídas ao Imperador romano Júlio César
6- Jo 2,1-11

Os escondidos

Alexandre Martins, cm.


O Papa João Paulo II disse certa vez que era Congregado mariano em uma Congregação mariana colegial em sua cidade natal. “Fui presidente da Congregação por duas vezes!” disse o papa polonês a um bispo brasileiro, D. Vaz, SJ. Talvez, se não começou naquela Congregação, foi com certeza lá que amadureceu sua forte devoção mariana.
Uma devoção tão forte que fez tremer os heraldistas do Vaticano quando ele mesmo escolheu a simplicidade nada tradicional para um Papa em seu brasão pontifical usando apenas uma cruz e a letra “M” para designar a presença da Virgem Maria. Uma presença em sua vida e também em seu pontificado. Apesar das ponderações dos especialistas, mostrando que a Mãe de Deus tem outras representações heráldicas que não a letra inicial de seu nome, o papa foi firme em colocar a letra em amarelo aos pés da cruz. Como a Virgem ficou no Calvário: “stabat mater”.*
Toda uma devoção de uma vida à Mãe de Deus para ser mais e mais digno filho deste mesmo Deus. O então jovem Karol Wojtyla lia e relia o “Tratado” de s. Luiz de Montfort.
E quem, perguntamos, teve a feliz idéia de divulgar a devoção mariana entre os alunos daquela escola polonesa?
Um professor. Uma pessoa de quem a História se esqueceu. De quem não sabemos o seu nome nem sua biografia. Que talvez tenha morrido de velhice, doença ou mesmo assassinado pelas tropas nazistas quando da invasão da Polônia na Segunda Grande Guerra.
Foi esse desconhecido mestre escolar que incentivou os alunos a terem uma especial devoção pela Virgem Maria. Foi esse professor polonês que fundou essa Congregação Mariana para os alunos daquela escola.
Quem sabe seu nome?
Quem sabe o nome de tantos que ajudaram a Igreja nestes últimos tempos. Nos tempos de perseguição, nos tempos de dúvida, nos tempos de escândalos, nos tempos de preguiça...
Quem sabe o trabalho silencioso e discreto de tantos leigos que são os artífices do apostolado no meio do mundo.
Se muitos são homenageados, muitos mais não se sabe nem de sua existência.
Mas são esses trabalhos silenciosos que dão apoio para o trabalho de outros. São esses escondidos que fazem o sucesso futuro de muitas iniciativas.
Um professor de Física da UFRJ ** nos deu a sugestão de pedirmos uma sala especial para as reuniões da Pastoral Universitária. Estavamos há semanas pleiteando um espaço que pudesse ser reservado semanalmente no horário do almoço para que pudessemos agrupar os universitários. Nada foi conseguido. Nem em entrevista ao próprio Decano do Centro de Tecnologia.
Mas esse professor, ligado ao Opus Dei, nos avisou da existência de uma sala que era reservada especialmente para eventos acadêmicos e projeção de filmes. Segundo ele, bastaria irmos ao Departamento e reservarmos o horário na agenda da secretária responsável. E foi o que fizemos.
O gesto escondido desse professor deu inicio a uma série de reuniões de universtários que desenvolveu mesmo nas reuniões que deram a base para a fundação da Congregação Mariana da UFRJ. E a existência desta Congregação fez com que a Colômbia tivesse mais um missionário brasileiro para evangelizar os pobres em uma zona dominada pelo narco-terrorismo. Foi desta Congregação Mariana que sairam sacerdotes e esse missionário.
Um pequeno gesto. Um desdobramento admirável.
Os escondidos. Os que são o alicerce das grandes obras.
Que a Virgem Maria, mestra de humildade, que com o seu “sim” escondido transformou o Mundo e os Céus, nos ensine a trabalharmos bem mesmo nas pequenas coisas.


*    *   *


  
(*) Stabat Mater (do latim "Estava a Mãe") é uma seqüencia católica do século 13 atribuído a Jacopone da Todi, sobre a presença da Virgem de pé no Calvário, foi ,dentre outros, musicado pelo Congregado mariano Giovanni Pierluigi da Palestrina. 
(**)  Universidade Federal do Rio de Janeiro.  É a maior universidade federal do país, além de ser um dos centros brasileiros de excelência no ensino e na pesquisa, está entre as melhores instituições da América Latina.